quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Madalena promove primeira reunião com secretariado

No primeiro dia de gestão (02), a prefeita Madalena Britto (PTB), chegou cedo a sede da prefeitura e promoveu a primeira reunião de trabalho com todo o secretariado e diretores de autarquias.
 
O encontro contou a presença de todo o primeiro escalão, incluindo o presidente da Autarquia de Ensino Superior - Aesa e da Autarquia de Transito de Arcoverde - Arcotrans, além da Chefia e da Secretaria de Gabinete.
 
A prefeita pediu de cada secretário e assessor: dedicação, disposição para o trabalho, bom atendimento a população e criatividade para enfrentar os desafios e a falta de recursos, cada vez mais reduzidos com os constantes cortes do FPM.
 
Cada secretário apresentou uma rápida visão de cada pasta, algumas necessidades e a todos foi solicitado um relatório sobre as ações de cada um.
 
A prefeita Madalena também definiu que a partir da próxima semana, o ex-secretário de Desenvolvimento do Governo Jarbas, professor José Arlindo Soares, vai coordenar um encontro com todos os secretários para fazer um planejamento de ações para os próximos seis meses. As metas definidas serão monitoradas e cobradas, concluiu a prefeita. 
 
Os próximos dias, segundo o secretário de Finanças, Luciano Brito, serão para analisar os andamentos dos recursos que começam a chegar (ICMS, FPM e outros) e de contenção de gastos. A meta é racionalizar recursos.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

João Silva recebe título de Patrimônio da Cultura Pernambucana

O arcoverdense João Leocádio da Silva foi um dos agraciados no VIII Concurso Público de Registro do Patimônio Vivo do Estado, promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Fundarpe e da Secretaria de Cultura. Foram também contemplados no mesmo pleito o sanfoneiro Arlindo dos Oito Baixos e a Associação Musical Euterpina de Timbaúba.

A indicação de João Silva foi promovida pelo COCAR - Coletivo Cultural de Arcoverde, que em 25/10/2012, encaminhou a solicitação de sua inscrição com a seguinte justificativa:

"JOÃO SILVA – COMPOSITOR E PRODUTOR CULTURAL COM ATUAÇÃO NA ÁREA MUSICAL DO NOSSO ESTADO DESDE OS ANOS 60. SERTANEJO DE ARCOVERDE, HONRA O NOME DE PERNAMBUCO E A NOSSA CULTURA ONDE COMPÔS MUSICAS GRAVADAS POR PELO SAUDOSO LUIZ GONZAGA, SENDO O SEU MAIS CONSTANTE PARCEIRO DESDE 1964 ATÉ DEPOIS DA SUA MORTE.

JOÃO SILVA TEM MAIS DE MIL MÚSICAS GRAVADAS POR VÁRIOS ARTISTAS. TAIS COMO: PRÁ NÃO MORRER DE TRISTEZA, PAGODE RUSSO, DANADO DE BOM, DE FI A PAVI, FORRÓ DE CABO A RABO, NEM SE DESPEDIU DE MIM, SANFONINHA CHORADEIRA, DEIXA A TANGA VOAR E TANTAS OUTRAS QUE VEM SENDO EXECUTADAS EM TODO BRASIL.

NADA MAIS JUSTO QUE, NO CENTENÁRIO DO REI DO BAIÃO, O RPV-PE AGRACIE AQUELE QUE É O COMPOSITOR MAIS CONSTANTE NA CARREIRA DE GONZAGÃO E QUE PARTICIPOU INTENSAMENTE DA PRODUÇÃO DOS SEUS ÚLTIMOS TRABALHOS."

O mestre João Silva, natural do distrito das Caraíbas, iniciou-se musicalmente em Arcoverde, de onde migrou para o Sudeste e ali construiu uma exitosa carreira, que o coloca como um dos compositores brasileiros mais gravados. Para se ter uma idéia, a sua canção "Prá não Morrer de Tristeza", conhecida como o hino da boemia brasileira, é um hit que recebeu inúmeras gravações, desde artistas da região até o festejado Nei Matogrosso. Mas o maior mérito de Seu João é ser o compositor mais gravado pelo Rei do Baião.


João Silva, inclusive, neste ano foi agraciado pela Câmara de Vereadores de Arcoverde com a Medalha de Honra ao Mérito Cardeal Arcoverde, pelo valor que representa para a cultura da nossa cidade.
O Concurso do Patrimônio Vivo elege anualmente três nomes que contribuíram há mais de 20 anos para o fortalecimento da cultura pernambucana, garantindo-lhes uma pensão vitalícia mensal de R$ 750, para pessoas físicas, e R$ 1,5 mil, para grupos. 

A comunidade cultural arcoverdense sente-se lisongeada com a vitória obtida por João Silva, mas também alegra-se por ter tido outra concorrente com muitos méritos que foi habilitada na primeira fase do concurso. Não seria uma injustiça se o prêmio tivesse sido concedido a Dona Severina Lopes, líder do Samba de Coco das Irmãs Lopes e herdeira daqueles que um dia trouxeram essa manifestação cultural para Arcoverde.

Parabéns ao Mestre João Silva, salve a cultura de Arcoverde!!!

Novo prefeito de Igarassu afirma que “ quem toma conta tem que dar conta “

Com superlotação na Câmara Municipal localizada no Sítio Histórico da cidade, o prefeito eleito, Mário Ricardo (PTB) e a vice-prefeita, Professora Elcione, foram empossados na tarde desta terça-feira (01.01) em solenidade juntamente com os 13 vereadores que irão compor o quadro da Casa de Duarte Coelho.  Durante o discurso, o trabalhista declarou que recebe um município com menos de 5% das residências saneadas, com desigualdades sociais, com prédios públicos sem condições de funcionamento e poucas praças, além de comunidades abandonadas.

O novo prefeito da cidade destacou também que vai respeitar cada centavo que entrar nos cofres públicos do município e lembrou que quem toma conta de algo tem que dar conta.  “Estou consciente dos enormes desafios que vamos encontrar, mas clamo pelos filhos naturais e adotivos de Igarassu para trabalharmos em conjunto e cuidar das pessoas com a implantação de um novo modelo de governo , frisou o trabalhista.

Após a programação, o novo prefeito Mário Ricardo e a vice, Professora Elcione seguiram caminhando até a sede da prefeitura onde receberam a chave da sede municipal. Logo em seguida, convidados e o público festejaram a chegada do novo gestor com shows de artistas locais e atrações culturais em palco que foi montado nas proximidades.

Cimbres, o começo de tudo



Pedro Salviano Filho
Depois de compilar alguns dados sobre “Pesqueira, terra do doce” (http://tinyurl.com/cnt3bc9 ) estive, em novembro de 2012, em Pesqueira e Cimbres. Visitando a antiga e preservada casa do Dr. Moacyr Britto de Freitas, que foi diretor-gerente da Fábrica Peixe, em Pesqueira, conhecemos a Sra. Paula Tenório de Britto, sua nora. Perguntada sobre qual o segredo da dona Dina, um dos temas da matéria citada, para tornar o doce de goiaba avermelhado, macio, mais saboroso e tão atrativo, a ponto de mudar o rumo da região, ela disse: “Aqui em casa, quando o dr. Moacyr fazia o doce de goiaba ele, no final do preparo, colocava um pouco de suco de limão. O ponto do doce era dado pelo limão". Seria este o grande segredo da dona Dina, o limão?
Pesqueira está no sopé da Serra do Ororubá, a 655 m de altitude. Seguindo por 18 km, chega-se a Cimbres na altitude de 900m; continuando a viagem, está Ipojuca depois de 12 km e Arcoverde por mais 18 km, no fim de uma descida que chega a 664 m de altitude. E tudo por estrada asfaltada. Um interessante roteiro para se tentar começar a responder a questão: Como e quando foi o início da colonização da nossa região? Nesta ocasião vamos também “viajar” por algumas informações deixados pelos historiadores.
Em Caboclos do Urubá. Caminhos e personalidades da história de Pesqueira, Nelson Barbalho. Recife, 1977, pág. 45, escreveu:
«Toda aquela região do agreste e começo do sertão de Pernambuco, pelos indígenas que a habitavam, era tachada de “Borborema”, o que, no dialeto deles, queria dizer deserto. Em pleno “deserto”, contudo, sobressaía-se um oásis – a gigantesca serra do Urubá, onde o clima era ameno e salutar, a terra forte e fecunda. Por seus rios, córregos e riachos corria abundante água potável, havia fertilidade perene, o que constituía verdadeiro contraste naquele “certam” árido e seco. O Urubá era mesmo o oásis da Borborema, pitoresco recanto dentro de cujos limites viviam, primitivamente, índios tapuias da tribo dos “Ararobás”, nome pelo qual, de logo, ficaria popularizada a serra. A vida ali era edênica, mas, desde a invasão dos brancos, os índios pernambucanos não mais conheciam o que fosse paz, nem sossego – e, de perseguição, não esquentavam canto durante muito tempo, sobrevivendo tangidos como animais daninhos, brutalizados, escravizados, prostituídos, massacrados ou exterminados a ferro e fogo, sem apelação”... “... a criação da vila de Cimbres influiria bastante, constituindo-se ali um novo centro habitacional para onde convergiam em escala crescente novos elementos colonizadores, inclusive autoridades, sesmeiros, escravos, artesãos, funcionários públicos, agregados. Com a penetração dos brancos, incrementa-se a catequese dos índios, a qual de logo fica sob a responsabilidade de missionários jesuítas, que tratavam. O quanto antes, de edificar ali um convento e uma capela. Deste modo, em meados do século XVIII a Aldeia do Arorobá, como era então denominada, tinha por missionário um religioso da Congregação de S. Felipe Néri, e os índios que a habitavam atingiam cerca de 700 almas.... Tamanho fora, no Século XVII, o desenvolvimento da Aldeia de Ararobá, que o bispo D. Frei Matias de Figueiredo e Melo lhe confere os foros de paróquia em 1692, sob a invocação de Nossa Senhora das Montanhas. »
Em Cronologia Pernambucana. Subsídios para a história do agreste e do sertão, 2º. Volume – 1601-1630. Nelson Barbalho, Recife, 1982, pág. 112, afirma:
«... gente brava e pioneira na ocupação de terras sertanejas da região pernambucana do São Francisco, não tendo meios de fundar engenhos-de-açúcar naquelas plagas, onde o pau-brasil já começava a rarear, tornavam-se grandes criadores de gado, atividade também lucrativa e de menos dispêndio que a de senhor-de-engenho, já que as fazendas eram cuidadas, no máximo, por dez, quinze vaqueiros recrutados entre índios catequizados, degradados, portugueses, mestiços de todos os matizes, negros do mato, aventureiros de toda espécie. Perdidas nas imensidões sertanejas, as fazendas-de-criação, não tendo ainda muitas condições de impor controle severo do trabalho escravo, movimentavam-se com os vaqueiros contratados em regime de parceria – a quarteação, isto é, de cada quatro bezerros nascidos e criados, um era do vaqueiro que de fato tomava conta do gado, como pagamento das tarefas executadas após cinco anos de serviço efetivo na respectiva propriedade. Pode-se afirmar tenham sido esses homens livres ou semilivres, não proprietários de terras, os vaqueiros de quarteação, os mais legítimos conquistadores das regiões agrestino-sertanejas de Pernambuco, devastando as caatingas, abrindo veredas para os carros-de-bois, preando índios brabos, emprenhando as mulheres indígenas, fundando povoações, aceitando os negros como criaturas humanas, movimentando lugares antes inteiramente virgens da presença efetiva dos colonizadores.
Neste mesmo ano de 1614 também teria ocorrido a penetração de alguns outros sertanistas pelo interior de Pernambuco, sertões do Ararobá ou campos do Buíque, na região do rio Ipanema, em busca de prata, cujas minas ali existiriam, ao que já se propalava na época... ».
No Pesqueira secular, crônicas da velha cidade, 1980, Nelson Barbalho, pág. 29 explica mais:
«De passagem para os campos do Buíque, atrás das minas de salitre que diziam ali haver, os holandeses conheceram e atravessaram o sertão do Arorobá, nele contudo não se fixando nem deixando qualquer visível sinal de sua passagem. A região, porém, já era conhecida dos portugueses, inclusive de João Fernandes Vieira, o qual, depois do retorno de Maurício de Nassau à Holanda, em 1644, ia deixando de colaborar com os flamengos, até bandear-se de todo para o lado das forças pernambucanas de resistência ao invasor. Por sinal, com a morte do bravo pernambucano Antônio Cavalcanti, o sagaz Fernandes Vieira torna-se o “governador da liberdade divina”, chefe único da guerra contra os batavos.
Homem muito esperto, providente, oportunista, João Fernandes Vieira, após alcançar as duas espetaculares vitórias sobre os holandeses no morro dos Guararapes, em 1649, trata de pedir ao rei de Portugal toda uma série de vantagens e concessões pessoais, movimentando seus requerimentos em Lisboa através de Gaspar Berenguer de Andrade, seu procurador no reino.. Assim, entre outras várias solicitações, destaca-se uma referente a “dez léguas de terra a começar da última sesmaria da parte de Santo Antão para o interior, comprometendo-se a conquistá-las aos índios e povoá-las”... Fernandes Vieira toma posse de suas terras agrestino-sertanejas no Arorobá em 4 de outubro de 1666, nelas colocando os seus vaqueiros e gados, tudo sob a direção do feitor Manuel Caldeira, e fundando assim diversas fazendas de criação, em torno das quais, de fato, há posteriores referências em alguns documentos sesmariais de terceiros, inclusive nos processos de doação de terras ararobenses alusivos aos requerentes Pedro Correia Ferrete, David de Albuquerque Saraiva, Bento Pereira de Morais, José Fernandes e Leonel de Abreu e Lima. » Sobre História das lutas com os Hollandezes no Brasil desde 1624 a 1654. Francisco Adolfo de Varnhagen (Visconde de Porto Seguro) ver em http://bit.ly/V9E7dq; outras dicas para pesquisas: Fontes repatriadas. Anotações de história colonial. Referenciais para pesquisa. Índices de catálogos da Capitania de Pernambuco: http://bit.ly/12Uz4Ch; Pioneiros da pesquisa histórica em Pernambuco, por Leonardo Dantas Silva, 1997: http://bit.ly/ZHmet7.
Em Cronologia Pernambucana. Subsídios para a história do agreste e do sertão, 3º. Volume – 1631-1650, Nelson Barbalho, Recife, 1982, pág. 112 diz:
«Capitão Bernardo Vieira de Melo, 5º filho de Antônio Vieira de Melo e Maria Margarida Muniz Bittencourt, vivia e residia na Muribeca e era senhor do Engenho Pindoba. Ao lado do pai e de outros parentes, lutaria bravamente contra os holandeses e em 1671, por causa disso, seria beneficiado com a doação de muitas terras no agreste e no sertão de Pernambuco, tornando-se co-proprietário da gigantesca sesmaria Ararobá».
Continuando a leitura do mesmo volume, na pág. 175 podemos ver:
«Antônio Filipe Camarão, capitão-mor dos índios a serviço de Portugal, tentando induzir o gentio colaborador dos flamengos a bandear-se para o seu lado, pois, como ”cristão”, não deveria continuar servindo a “hereges”, endereça duas cartas (uma datada de 19 de agosto de 1645), com conselhos e recriminações, dirigidas a seu primo Pedro Poti e ao índio Antônio Paraupaba.
A verdade é que a indiada de Pernambuco, via de regra, sempre fora espoliada pelos portugueses da colônia, os quais viam os índios como seres inferiores, preavam-nos, reduziam-nos à escravidão através das infames “guerras justas”, prostituíam-lhe as mulheres, roubavam-lhes as terras, perseguiam-nos a ferro e fogo, massacravam-nos, matavam-nos impunemente, enquanto os holandeses no Brasil sempre trataram os indígenas como criaturas humanas dignas de respeito e consideração, instruíam-nos, davam-lhes assistência médica e social, jamais os tornaram escravos, jamais lhes invadiram as aldeias, jamais lhes roubaram terras. »
Mais artigos desta coluna: http://bit.ly/ysUcSY

 Fotos: J. Randolfo Britto
«A Aldeia ou Missão de Ararobá, foi fundada em 1669, ano em que ali chegou auxiliado pelo capitão-governador Francisco de Brito Freire, o padre secular oratoriano João Duarte do Sacramento». De Ararobá, lendária e eterna (notas para a história de Pesqueira), de Luís Wilson, 1980, pág. 71.
«Como sede de paróquia, sob a invocação da Nª. Sª. das Montanhas, criada em 1692 pelo bispo dom Matias de Figueiredo e Melo. ... [À direita] o Senado da Câmara de Cimbres foi instituído por ocasião da criação da mesma e seu termo, nos 3 de abril de 1732. » Fragmentos de texto do livro Pesqueira e o antigo Termo de Cimbres, de José de Almeida Maciel, 1980, pág. 48.
«Em 1762 a Aldeia de Ararobá já constituía regular núcleo populacional, tendo sido, por Alvará de 3 de abril daquele ano, transformada em município e sede municipal, recebendo a denominação de Cimbres, sob a condição de vila. » Do livro Pesqueira secular, 1980, por Silvio Lins, pág. 33


Polêmica na Câmara dos Vereadores de Igarassu

Na tarde desta terça-feira (1º), onde era para a Câmara de Vereadores 
 de Igarassu ter uma eleição para eleger o Presidente do Legislativo do 
 Município ocorreu um fato muito parecido com a ditadura dos tempos 
 passados.
 
 A vereadora Prazeres, era quem estava presidindo a sessão e quis 
 proibir o voto da vereadora Erica Uchoa, fazendo com que outros 
 vereadores ficassem revoltados e gerando assim um grande bate boca entre 
 os mesmos.
 
 A população que estava presente no local ficou revoltada com a tamanha 
 falta de experiência da Vereadora Prazeres e com a forma a qual quis 
 forçar a sua chapa para a presidência da Câmara. Onde ela é vice do 
 candidato Ademar de Barros, a Vereadora mostrou que quis vencer a todo 
 custo, sem se quer à maioria dos vereadores tivessem votado em escolher 
 sua chapa.
 
 O Vereador Maguila, que é candidato a presidente da chapa da situação, 
 nos informou que vai se unir com os demais Vereadores, onde levará o 
 caso a justiça, para anular o acontecido. “Vimos nesse momento 
 democracia zero na casa Duarte Coelho, vamos à justiça para anular essa 
 eleição fraudada. A vereadora Erica Uchoa foi proibida de votar isso é 
 um absurdo”. Comentou o Vereador.

Armando Monteiro: “É tempo de muito trabalho no Recife”

PTB dará contribuição à gestão Geraldo Julio assumindo Secretaria de Saneamento

Otimista com a nova fase administrativa iniciada no Recife, com a posse do prefeito Geraldo Julio (PSB), o presidente estadual do PTB, senador Armando Monteiro, afirma que a cidade deve contar desde já com uma grande intervenção do poder público municipal. “E isto não se dá apenas com as obras que virão, mas sobretudo com o ordenamento urbano”, explica.

Para Armando, com a contribuição do conjunto de forças que ajudaram a Frente Popular a conquistar a Prefeitura do Recife (PCR), o prefeito Geraldo Julio vai inaugurar um novo tempo de muito trabalho na cidade. “O Recife precisa desta visão, da intervenção do poder público municipal, para ordenar os espaços de convivência. E isto é possível se fazer com um olhar mais atento”, afirma Armando, elogiando o perfil técnico e a capacidade de trabalho do prefeito eleito.

Demonstrando satisfação por ter participado ativamente da discussão em torno de um projeto para o Recife que colocasse a cidade em sintonia com o desenvolvimento de Pernambuco, Armando reforça que o PTB dará sua contribuição à administração de Geraldo Julio e lembra o nome do novo Secretário de Saneamento, o petebista João Batista.

“Independentemente de qualquer julgamento, que não me compete fazer, eu sentia que o Recife precisava estar também vivendo este novo tempo de Pernambuco. É como se houvesse um certo descompasso. E com João Batista, o PTB tem um companheiro que vai contribuir para que Recife viva este novo momento administrativo”, reforça.

Siqueira surpreende e é o novo presidente da Câmara de Arcoverde

Quando tudo parecia caminhar para uma reeleição da atual mesa diretora da Câmara Municipal de Vereadores de Arcoverde, o vereador Miguel Leite de Siqueira (PTB), popularmente conhecido como Sargento Siqueira, lançou-se candidato a presidência da Casa James Pacheco.

O lançamento surpresa foi apoiado pelos vereadores Luiza Margarida (PP) que ficou com a vice-presidência; Paulinho Wanderley (PMDB) que assumiu a 1ª Secretaria, além dos vereadores Warley Amaral (PTB), Eduíno Macambira (PSB) e Cleriane Medeiros (PRTB).

A votação para a escolha da mesa aconteceu logo após a saída da prefeita empossada. Após votarem, o vereador Paulinho Wanderley, que comandava a sessão por ter sido o mais votado na eleição de 7 de outubro, teve que optar por uma chave de fenda para abrir a urna já que a chave da mesma havia sumido.

Apurados os votos diante do presidente da OAB Arcoverde, Técio Belarmino, o Sargento Siqueira levou a presidência da Casa James Pacheco com 6 votos favoráveis e 4 contra. Em seu discurso, Siqueira disse que estará sempre ao lado da nova prefeita Madalena Britto e fechou o mesmo compromisso com todos que fazem parte da nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores. (Arcoverde de todos)

Madalena Britto é empossada prefeita de Arcoverde

Citando Monteiro Lobato e o ex-presidente Juscelino Kubitschek, a nova prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, fez seu primeiro discurso após assumir o cargo no final da tarde desta terça-feira, na Casa James Pacheco. Ela será a terceira mulher a comandar os destinos da Capital do Sertão.

Em suas palavras reassumiu o compromisso feito em campanha e elegeu a educação como mola propulsora do desenvolvimento de Arcoverde. Madalena também ressaltou a importância de se procurar caminhos e soluções de forma mais breve para o problema do abastecimento de água no município. Disse que seu governo terá como “prioridade a população, seja na saúde, na educação, na ação social, no desenvolvimento para que todos tenham uma qualidade de vida melhor”.

Em sua primeira fala, Madalena destacou o “grande trabalho” feito pelo prefeito Zeca Cavalcanti nos últimos 8 anos. Disse que a “hora era de trabalho, pois as dificuldades e as quedas de receitas, aliadas a grave seca que castiga nossa região exigiam de todos, inclusive dos secretários, emprenho redobrado para enfrentar as situações”, concluiu a prefeita.

Logo em seguida, falou o novo vice-prefeito Wellington Araújo, agradecendo o apoio do prefeito Zeca que conduziu o processo sucessório com maestria. Após a fala do vice, o presidente da câmara em exercício, Paulinho Wanderley, o vereador mais votado, facultou a palavra para todos os edis e para o deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB).

A vereadora da oposição, Célia Cardoso, ressaltou a história de Madalena na área social ainda no Governo Rosa Barros e disse que como oposição espera o respeito e o tratamento equilibrado por parte do poder executivo. Para o vereador Luciano Pacheco, os compromissos de campanha devem ser seguidos e cumpridos. Já para o vereador Paulinho, a hora de trabalhar pelo povo de Arcoverde.  A grande surpresa dos discursos veio por parte do vereador Sargento Siqueira, que lançou-se candidato surpresa à presidência da Câmara.

Ao final, o deputado estadual Júlio Cavalcanti fez um balanço dos últimos 8 anos do Governo Zeca e destacou a grande mudanças realizadas em todas as áreas do município. Reassumiu o compromisso de trabalhar ao lado da prefeita Madalena e disse que, assim como ele, o prefeito Zeca estará à disposição para construir o desenvolvimento de Arcoverde.

Ao final da sessão, Madalena e Wellington seguiram para a sede da Prefeitura Municipal para a transmissão do cargo. Lá foram recebidos pelo já ex-prefeito Zeca Cavalcanti. (Arcoverde de todos)