terça-feira, 18 de maio de 2010

Jarbas: "Vamos equilibrar a luta, a batalha e depois pensar em vitória"

O senador e pré-candidato do PMDB Jarbas Vasconcelos não se deixou abater com os números da pesquisa Vox Populi, onde ele aparece com 27% enquanto o governador Eduardo Campos (PSB) dispara com 58%. Em entrevista agora há pouco na Rádio Folha FM, o peemedebista disse que irá acompanhar o processo e terá como base as pesquisas internas que serão encomendadas pelo seu gupo.

Além disso, o parlamentar adiantou que as pesquisas começam de fato a valer quando a campanha eleitoral tiver início. "A nossa luta é equilibrar e pouquísimas pessoas sabem que eu sou candidato". Ele lembra o fato de em muitos municípios ainda não ser visto como alguém que está ido para o pleito desse ano. Cita como exemplo, Águas Belas, Sertão do Estado, onde 10 dias após o seu anúncio como candidato os moradores de lá não sabiam do "sim" de Jarbas. "Vamos equilibrar a luta, a batalha e depois pensar em vitória". (Blog da Folha)

domingo, 16 de maio de 2010

CCJ APROVA FIM DO SISTEMA DE VOTO PROPORCIONAL

Há muito tempo a população brasileira questiona o sistema eleitoral vigente, onde nem sempre os candidatos proporcionais (deputados e vereadores) mais votados são os eleitos. Isto se deve a uma complexa forma de mensurar os votos em função de coligações e partidos que entram na disputa.

Na prática terminam ocorrendo distorções que afetam a representatividade popular, como o recente caso ocorrido em São Paulo, onde o ex-deputado federal Enéas obteve mais de um milhão de votos e conseguiu levar ao Congresso outros companheiros de seu partido com menos de 500 votos.

Estas situações levaram o Congresso a discutir a melhor forma de representação, resultando na apresentação de uma proposta que acaba com o voto proporcional e elege simplesmente os mais votados de cada pleito. Certo ou errado o projeto está caminhando e ontem foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça. E você eleitor, o que pensa sobre isto?

BRASÍLIA – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem uma proposta que acaba com o sistema de voto proporcional para deputados e vereadores. Em seu lugar, o voto majoritário – com o qual são eleitos os senadores e os candidatos a cargos no Executivo, como prefeitos, governadores e presidente – seria o modelo usado na escolha de todos os candidatos a cargos no Legislativo.

Os deputados estaduais e federais, além dos vereadores eleitos seriam sempre, então, aqueles que viessem a obter maior número de votos, independente do desempenho global de seus partidos. é o que defende a proposta de emenda à Constituição (PEC 54/07), do senador Francisco Dornelles (PP-RJ).

A PEC segue agora para o Plenário do Senado, onde precisa ser votada em dois turnos. Depois, para vigorar, o texto também precisa da aprovação da Câmara de Deputados. Mesmo que seja aprovada este ano, a medida não valeria para as eleições de outubro.

Dornelles argumentou que a aplicação do novo sistema, no lugar da eleição proporcional, evitará a ocorrência de situações “paradoxais” hoje comuns: a eleição de candidatos com poucos votos, na esteira de colegas do mesmo partido ou coligação que foram bem votados, deixando de fora candidatos melhor votados.

Na escolha proporcional, adota-se um sistema de divisão de votos entre partidos e vagas. Para isso, os votos válidos em cada pleito são somados para a apuração do quociente eleitoral que determina o total de cadeiras a que cada partido ou coligação tem direito. ( Blog de Joaquim Francisco)

sábado, 15 de maio de 2010

Para festa, pode

De licença da Assembleia, por 30 dias, desde 19 de abril, por conta de problemas de saúde, o deputado Claudiano Martins foi visto, na quinta, no Spettus, na festa de José Serra. Sua doença, portanto, parece que só existe para o trabalho. (Pinga fogo JC-15/05/2010)

Novo foco na investigação do “caso Fundarpe”

De acordo com nova denúncia da bancada de oposição, três das empresas que receberam verbas da fundação são dos mesmos sócios
Manoel Medeiros Neto

mmedeiros@jc.com.br

As denúncias da bancada de oposição relacionadas à contratação, pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), de atrações culturais para o Carnaval de 2010 ganharam ontem um novo foco. De acordo com a oposição, três das 16 empresas que prestaram serviços para a Fundação em fevereiro passado são de propriedade ou dirigidas por duas pessoas que se revezam nas funções de sócio e diretor-presidente. Juntas, o Grupo Cultural Kerigma, a Expresso Produções e Eventos e a Rápido Produções e Eventos receberam R$ 1,88 milhão da Fundarpe no período.

A relação entre as três empresas indicaria que, no processo de direcionamento das verbas, firmas relacionadas entre si estariam sendo beneficiadas. A ligação entre os três credores da Fundarpe está, de acordo com a denúncia, na empresa Jobson e Evaneide Produções e Eventos LTDA-ME, inaugurada em agosto de 2004, também conhecida como JB Produções e Eventos. A firma especializada em “comércio varejista” tem em sua composição societária a presença de dois sócios: Evaneide Gomes da Silva (proprietária de 30% das ações) e Joabson Guerra da Cunha (70%).

Apesar de a JB Produções não estar relacionada entre as empresas que prestaram serviços à Fundarpe, a Grupo Cultural Kerigma, a Expresso Produções e Eventos Ltda. e a Rápido Produções e Eventos Ltda. estão na lista de credores da Fundarpe e são ou da propriedade ou dirigidas pelos sócios da JB Produções. A Kerigma presta serviços para a Fundarpe desde 2008 – R$ 4,74 milhões já foram empenhados. Em seu registro, o nome de Evaneide Gomes da Silva aparece como responsável pelo cargo de diretor-presidente. O outro componente, Joabson Guerra da Cunha, é o sócio majoritário de duas outras empresas que estão na lista das credoras da Fundarpe na época do Carnaval. Ele tem 90% das ações da Expresso e da Rápido (receberam R$ 1,24 milhão).

A presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, afirmou que está havendo uma “distorção”. “A lógica está errada. Não contratei nenhuma empresa. As empresas só receberam os recursos. Eu contratei artistas, através de um edital de convocação. Vocês têm que perguntar aos artistas porque eles escolheram receber através de pessoa jurídica e porque escolheram essas empresas. Não houve licitação para empresas. Todos os deputados têm a devida inteligência para entender o processo”, argumentou. O JC não conseguiu entrar em contato com os sócios das firmas citadas.

AUDITORIA

Os deputados estaduais Augusto Coutinho (DEM) e Terezinha Nunes (PSDB) apresentaram ontem as denúncias sobre a Fundarpe ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ao Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE). O presidente do TCE, Fernando Correia, anunciou que o órgão realizará auditoria especial, coordenada pelo conselheiro Romário Dias. No MPPE, a procuradora-geral em exercício, Maria Helena Nunes Lyra, afirmou que encaminhará o processo à Coordenadoria de Patrimônio Público.  (JC online- 15/05/2010)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Eduardo passa no teste dos 'dois palanques' na cidade de Arcoverde

1- O governador Eduardo Campos passou no teste dos “dois palanques” na manhã desta quarta-feira, em Arcoverde, onde cumpriu agenda administrativa.

2- Ele será apoiado, lá, pelo prefeito Zeca Cavalcanti (PTB), que tem cerca de 90% de avaliação positiva, e por quatro ex-prefeitos: Rosa Barros (PR), Ruy de Barros Correia Filho (PR), Julião Guerra (PSB) e Erivânia Camelo (PDT), além do ex-deputado José Áureo, filho do ex-prefeito Áureo Bradley.

3- Zeca já foi aliado de Rosa mas hoje se encontram em campos distintos. Eles divergiram em 2006 por causa da eleição estadual. Rosa apoiou Eduardo Campos, seguindo a posição de Inocêncio Oliveira, e Zeca ficou com Mendonça Filho porque já havia dito que o apoiaria. Em 2007 o prefeito se filiou ao PTB e hoje faz parte do grupo político do deputado Armando Monteiro.

4- Hoje de manhã, no Democrático Esporte Clube, o governador pôs lado a lado o atual prefeito (Zeca) e a sua antecessora (Rosa), que é assessora especial do Palácio do Campo das Princesas. Além dos prefeitos Nemias Gonçalves (Custódia) e Cleide Ferreira (Sertânia) e dos sete vereadores da base governista (Arcoverde).

5- O governador chegou a Arcoverde antes das 8h da manhã e às 10h deixou o município em direção a Pesqueira onde também será apoiado pelos três lados: a prefeita Cleide Oliveira (PRB) e os dois adversários dela na campanha municipal de 2008: o ex-prefeito Evandro Chacon (PSB) e o bancário Arnaldo Chalegre (PTB). (Inaldo Sampaio)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O não de Sérgio Guerra para o Senado

Faz mais de três meses falei com lideranças do meu partido e com o governador José Serra sobre minha alternativa de disputar um mandato de senador ou de deputado federal em Pernambuco. Na prática, nos três meses que vieram a seguir, ficou evidente para mim a total incompatibilidade de, simultaneamente, presidir o PSDB, ao mesmo tempo cuidar da campanha nacional de Serra e ainda participar de uma campanha majoritária estadual. De fato, o partido e a eleição presidencial consomem todo o meu tempo. E não me permitem atuar efetivamente numa campanha se senador, que exige dedicação integral.

Não é responsável, de forma alguma, assumir os compromissos de fazer essa campanha majoritária em Pernambuco juntamente com a campanha do meu partido para a Presidência da República. Mas é sensato fazer a campanha nacional de Serra e a minha campanha de deputado federal. Sobretudo porque jamais me afasto das bases que me apóiam.

Falei com Jarbas sobre essa realidade, já há alguns dias. Esta semana lhe comuniquei a minha decisão de participar da eleição para deputado federal. Assim estarei apto a dedicar o tempo necessário para dar a melhor contribuição para a vitória de Serra, o candidato que pode fazer muito mais pelo Brasil, pelo Nordeste e pelo nosso Estado. Em Pernambuco vou lutar pela vitória do meu amigo Jarbas Vasconcelos.

Senador Sérgio Guerra

Presidente do PSDB Nacional

Jarbas: "Serra será presidente e PE não poderá ficar fora"

Antes da coletiva à Imprensa, o senador Jarbas Vasconcelos fez um pronunciamento por escrito, onde confirmou sua candidatura destacando ponto por ponto de eventuais temas que a Imprensa levantaria. Veja abaixo, tópico por tópico.  (Magno Martins)

DEFINIÇÃO

Todos vocês sabem que não estava nos meus planos disputar o Governo de Pernambuco. Já reiterei isso várias vezes. Essa realmente não foi uma decisão fácil e não passou apenas pela questão de me convencer. Eu tinha que construir uma plataforma para essa candidatura, uma razão, um propósito.Eu acredito que José Serra será o próximo presidente do Brasil e não desejo que Pernambuco fique de fora dessa nova fase da história do País.

Pernambuco avançou muito na última década, mas o nosso Estado, como diz o Serra, pode fazer muito mais. Pode e não vem fazendo.Essa sintonia é fundamental para que Pernambuco não se perca, como aconteceu na década de 1990.É inadmissível, por exemplo, que a Refinaria Abreu e Lima tenha passado quatro anos praticamente parada, envolvida em denúncias de irregularidades investigadas pelo Tribunal de Contas da União.

Serra assumiu compromisso de ajudar no que for possível para concluir projetos que ajudamos a trazer para Pernambuco há mais de cinco anos e até hoje se encontram paralisados, como a Refinaria e outros projetos importantes.Nas últimas semanas, tive a oportunidade de ouvir a opinião de centenas de pessoas, não apenas as lideranças políticas da oposição, mas amigos, familiares e principalmente eleitores, pessoas que chegavam a mim pedindo para que eu disputasse o Governo. Em vários eventos públicos, pude sentir esse chamamento. Essas coisas pesam na hora da gente entrar numa disputa dura como será essa. Vou disputar o governo porque os pernambucanos me pediram.

SÉRGIO GUERRA

Sérgio Guerra explicou para vocês e a opinião pública pernambucana as razões que o levaram a optar por não disputar a reeleição. Esse é um fato. Sérgio acredita que terá mais condições de ajudar Pernambuco como coordenador da campanha de Serra. Entendi e compreendi, pois é um espaço importante para o Estado.

Em suma: Sérgio não disputará a reeleição para o Senado, mas será um integrante fundamental da nossa campanha para retomar o Governo de Pernambuco. Ele e o PSDB.Sou candidato ao Governo de Pernambuco para mostrar que podemos fazer muito mais do que foi feito nos últimos quatro anos. Pernambuco é mais. É muito mais do que esta aí.

PREFEITOS

Caberá à cada direção partidária cuidar da questão de possíveis infidelidades durante a campanha. Mas as convenções só vão ocorrer no final de junho. Ainda há muito tempo para conversar. Política é arte da conversa, do diálogo. As coisas podem mudar com muita facilidade; mudam de um dia para outro. Acredito que inclusive há espaço para conquistar gente da base do Governo. Até porque muitos desses atuais prefeitos que estão com o governador já nos apoiaram.

Teremos um palanque forte em Pernambuco, competitivo e estaremos ao lado do próximo presidente da República. Portanto, sobram bons argumentos para montar palanques em todas as cidades de Pernambuco. Não ficarei fulanizando, tratando desse ou daquele prefeito. E vocês também não vão me ver tratando dessas questões pela Imprensa. Cada um que faça o que manda sua consciência. A minha está tranquila. Durante oito anos de Governo, não discriminei e nem persegui ninguém. Firmei parcerias com prefeitos do PT, do PSB, do PCdoB, do PTB. Com aqueles que desejaram, mantive um diálogo franco e aberto.

COMPARAÇÃO

Não tenho problema em comparar governos. Tenho imenso orgulho das duas gestões que tive à frente do Governo de Pernambuco. Nossa gestão serviu como modelo para diversas administrações em todo o País. Fizemos uma administração responsável, comprometida com o futuro. Tenho orgulho do meu Governo.

Não vou fazer como o atual governador, que passou a campanha de 2006 dizendo que não queria falar do passado, evitando avaliar o Governo do qual ele foi figura-chave, entre 1995 e 1998. Nós fizemos mais e melhor do que o atual Governo. Mas o pernambucano não quer saber só isso. O povo de Pernambuco vai querer saber quem fará mais no futuro, a partir do próximo ano, quando José Serra estiver na Presidência da República.

LULA

Nos meus dois governos tive a aprovação majoritária do povo pernambucano e enfrentei um cenário econômico bem mais adverso do que os atuais administradores. Eles encontraram a casa arrumada. Nossos dois governos mudaram a face de Pernambuco, recuperaram a auto-estima dos pernambucanos e construíram as bases para que o Estado voltasse a crescer. Lula não é candidato a nada nesta eleição.

Sem dúvida alguma Lula ajudou Pernambuco. Mas Lula ajudou Pernambuco porque a gente, o meu Governo, fez o dever de casa. Arrumamos as finanças do Estado. Investimos fortemente em Suape, na infra-estrutura. Nada caiu do céu. Foi tudo fruto de trabalho, de poder de articulação. O melhor exemplo disso é o Estaleiro Atlântico Sul, o qual assinei o contrato em agosto de 2004, há quase seis anos.

É verdade que Lula ordenou a retomada da indústria naval brasileira, mas o Estaleiro estava sendo disputado por dezenas de estados. Foi a atuação minha, da minha equipe que permitiu trazer o estaleiro para Suape. Isso é história, está registrado na Imprensa. Não tem como mudar esse fato.O mesmo se aplica à Refinaria e outros grandes empreendimentos aos quais Serra me assegurou apoio absoluto a partir de 1º de janeiro de 2011. Fui governador no meu segundo mandato com Lula na Presidência. Mantivemos uma relação cordial, mas sem adesismo. Fizemos parcerias administrativas que renderam frutos para nosso Estado.

Nunca deixei de reconhecer o apoio que recebi de Lula. E ele também nunca deixou de destacar nosso bom diálogo. Minha relação com Lula foi Republicana, respeitosa, mas sem adesismos.Como senador de oposição, não me cabia outro papel, se não o de fiscalizar o Governo. Nas democracias funciona assim, quem ganha governa e quem perde vai para a oposição, fiscalizar. Nunca deixei de votar projetos do Governo no Senado por mera picuinha.O problema é que o PT e os seus aliados esqueceram que foram oposição e querem a unanimidade a todo custo. Nunca fui adesista. Tenho nojo do adesismo.

MINHA DISPOSIÇÃO

Jamais entraria numa campanha pela metade. Estou disputando o Governo do Estado porque acredito que posso e vou contribuir para que Pernambuco não se perca no caminho do desenvolvimento, um caminho que foi aberto e erguido pelo nosso Governo. Pernambuco está na fase da construção, muito ainda precisa ser feito, muito precisa ser mudado. Muita coisa mudou para pior. No que tem de bom, colhem o que a gente plantou. O atual governo não tem o costume de reconhecer o trabalho alheio, daqueles que vieram antes. Pernambuco não foi descoberto em 2007.

CAMPANHA

Pernambuco vive um bom momento, mas o atual Governo carece de foco, atira pra tudo quanto é lado. É como beija-flor: pousa aqui, pousa ali.Mas eu não vou passar essa minha entrevista apresentando as falhas do Governo, criticando o governador. Precisaria de mais tempo do que disponho nessa entrevista. Além disso, campanha só começa mesmo em 17 de agosto, com o início da propaganda eleitoral nas TVs e no rádios.Vamos fazer esse trabalho durante a campanha – com alto astral, serenidade, responsabilidade e, sobretudo, com propostas.

PRESENÇA DE SERRA

Combinei com José Serra para ele vir a Pernambuco ainda este mês, para uma reunião em recinto fechado. Devemos definir essa agenda nos próximos dias. Nesse encontro, vamos firmar todos esses compromissos com Pernambuco. ( Foto de Júnior Funfa)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Coutinho vota contra projeto que prevê supressão da vegetação de Suape

Mesmo com 11 votos contrários, sendo um deles o do deputado Augusto Coutinho (DEM), foi aprovado com 28 votos a favor o projeto de lei nº 1496/2010, enviado pelo Governador, que prevê a supressão de mais de mil hectares de vegetação nativa do entorno do Complexo de Suape. A medida servirá para implantação de um complexo de indústria naval.

Coutinho ressaltou que o desenvolvimento de Pernambuco é importante e que é a favor de iniciativas neste sentido, mas é preciso haver respeito à natureza e compensações para o meio ambiente. “O Governo precisa explicar quais as compensações dos impactos desse projeto de lei”, destacou o parlamentar.